sexta-feira, 27 de junho de 2008

Ai, papi! Más una vez...



Li um livro hoje: “O Rei de Havana”, de Pedro Juan Gutierrez. Indicação do Galego.

Sempre fui tarada por literatura. O primeiro livro que lembro ter procurado sozinha, sem indicação, foi “Revelações de um anjo da guarda”, do Renato Mota. Livro com uma pitadinha esotérica, bem bonitinho... mas, na última parte dos meus seis anos de idade, a leitura não me impressionou muito. Uns dias depois percebi que tinha que ler uma coisa mais hard: “O escaravelho do diabo”, da Lúcia Helena Machado. Aliás, esse é o único livro que conheço dela. A história de O escaravelho mexeu comigo. O assassino tinha tara por ruivos de olhos claros, e eu também. Ruivos e loiros. Desde que me entendo por gente.

Mas deixa-me desenrolar dessa história, porque o post de hoje não é sobre literatura.

Galego sabe que eu amo Cuba. As pessoas, a sordidez, a música e a sexualidade cubanas me atraem de uma forma inexplicável. Então me indicou este livro com a malícia de quem sabia que eu encontraria tudo isso que citei acima. Foi uma leitura bem gostosa e rápida. 240 páginas lidas hoje à tarde, com pequenos intervalos pro café e pros cigarros.

Durante a leitura, fiz uma pequena reflexão acerca de meu casinho com o Galego e percebi um fator que, vira e mexe, cai, deliciosamente, em nossos colos e entre as coxas: CUBA.

Logo no primeiro dia em que nos vimos, conversamos calorosamente sobre a teoria em psicologia de um professor meu, cubano. Eu sempre fui fã desse cara e Galego passou a demonstrar grande simpatia por suas idéias também. Ainda falamos desse professor.

Outro dia tive uma surpresa quando o Galego tirou de seu acervo um cd de salsa e colocou pra tocar enquanto conversávamos. Os papos, como sempre, os melhores. Vida, sexo, família, infância, universo e... Cuba. Tudo isso acompanhado de uma cerveja gelada, milhões de cigarros e a fumaça doce no ar. Inebriante.

Acho impressionante a habilidade que certos homens têm de “sacar” o clima ideal. Galego é assim. Cria a atmosfera perfeita e me fode inteira antes mesmo de encostar em mim. Ainda conversávamos, sentados na cama, quando ele se aproximou e começou a me beijar. Que beijo gostoso... sua barba macia, a língua quente que sabe exatamente o que fazer, a respiração, os gemidos abafados... Eu já estava completamente excitada. Um beijo bastou.

Ainda estávamos de roupa quando peguei com força no pau do Galego. Estava completamente duro. Senti meu corpo estremecer quando me dei conta de que ele não estava de cueca (adoro esses homens que não usam cueca, são, apesar de todas as suas peculiaridades, uns safados).

Sentei-me em sua coxa e rebolei no ritmo da salsa que tocava. Meio que em transe, pressionava com força a buceta em sua perna. Ele me beijava. Minhas mãos ainda apertavam aquele pau delicioso, grande, grosso, rosado... lindo. Sempre que me come, Galego vai até o fundo. Até o fundo da alma, da buceta, do tesão.

Nem sei como tiramos as roupas. Quando me dei conta, já dançava salsa com o Galego dentro de mim. Dancei, gemi, gozei, gozei... gozei! Era a vez dele. Deitou-me na cama, maluco de tesão, e deu quatro estocadas rápidas antes de desmaiar sobre o meu corpo.

Desmaiei também.

E a salsa continuou tocando.


Acho que da próxima vez vou levar uns charutos...

Um comentário:

Anônimo disse...

saudades das suas posts...