
Conheci o galego na internet. Deparei-me com o perfil dele no orkut e adicionei. Ele aceitou, mas só conversamos um mês depois. Galego veio com uma cantadinha, eu retribuí e logo combinamos de sentar em um barzinho pra continuar o papo.
No dia marcado, perguntei se não poderíamos nos encontrar em um lugar mais reservado – a casa dele - e assim foi feito. Levei umas cervejas, meus cigarros e os mil assuntos que iniciamos na internet.
Conversamos durante horas sobre as coisas da vida, do universo, dos amores. Filosofia, Literatura, Psicologia, Física, Política... e cada palavra rebuscada e raciocínio que me levava a qualquer tipo de insight ou mesmo a uma discussão, me fazia sentir como se fosse explodir por dentro.
O lance ficou mais intenso depois que ele resolveu colocar um cd do John Coltrane pra tocar. A essa altura já sabíamos o que aconteceria em seguida. O galego chegou perto e começou a me beijar no ritmo da música. Foi um beijo delicioso... calmo e cheio de malícia – como os muitos outros que vieram a seguir. Minhas mãos em sua nuca, suas mãos em meus seios. Ele sabe aperta-los na medida certa.
- Deita aqui, ele disse.
E tirou minha roupa bem devagar. Nessa hora eu já estava com uma excitação absurda. Galego beijou meu corpo inteiro com a mesma intensidade que beijava a minha boca. Fez-me um sexo oral espetacular. Parecia até que lia meus pensamentos.
Transamos. Ele metia devagar e, a cada estocada, ia mais fundo. Fiquei ali, sentindo cada centímetro do seu membro entrar em mim. Gozei primeiro. As pernas bambearam. Logo em seguida foi a vez dele, que ficou deitado sobre o meu corpo como que em transe. Podia senti-lo respirar com o diafragma em cima de mim. Ficamos um tempo naquela posição, recuperando as forças e a razão.
Deitei-me nua ao seu lado. Quase dormi. Quase, porque os dedos do galego voltaram a me excitar minutos depois. Ah, aqueles dedos não eram apenas dedos... era como se ele estivesse dentro de mim por completo – corpo e alma. O inevitável veio pela segunda vez.
Depois do sexo, voltamos a conversar por algumas horas. Mas já era tempo de voltar pra casa com aquele sorrisinho feliz no canto da boca.
No dia marcado, perguntei se não poderíamos nos encontrar em um lugar mais reservado – a casa dele - e assim foi feito. Levei umas cervejas, meus cigarros e os mil assuntos que iniciamos na internet.
Conversamos durante horas sobre as coisas da vida, do universo, dos amores. Filosofia, Literatura, Psicologia, Física, Política... e cada palavra rebuscada e raciocínio que me levava a qualquer tipo de insight ou mesmo a uma discussão, me fazia sentir como se fosse explodir por dentro.
O lance ficou mais intenso depois que ele resolveu colocar um cd do John Coltrane pra tocar. A essa altura já sabíamos o que aconteceria em seguida. O galego chegou perto e começou a me beijar no ritmo da música. Foi um beijo delicioso... calmo e cheio de malícia – como os muitos outros que vieram a seguir. Minhas mãos em sua nuca, suas mãos em meus seios. Ele sabe aperta-los na medida certa.
- Deita aqui, ele disse.
E tirou minha roupa bem devagar. Nessa hora eu já estava com uma excitação absurda. Galego beijou meu corpo inteiro com a mesma intensidade que beijava a minha boca. Fez-me um sexo oral espetacular. Parecia até que lia meus pensamentos.
Transamos. Ele metia devagar e, a cada estocada, ia mais fundo. Fiquei ali, sentindo cada centímetro do seu membro entrar em mim. Gozei primeiro. As pernas bambearam. Logo em seguida foi a vez dele, que ficou deitado sobre o meu corpo como que em transe. Podia senti-lo respirar com o diafragma em cima de mim. Ficamos um tempo naquela posição, recuperando as forças e a razão.
Deitei-me nua ao seu lado. Quase dormi. Quase, porque os dedos do galego voltaram a me excitar minutos depois. Ah, aqueles dedos não eram apenas dedos... era como se ele estivesse dentro de mim por completo – corpo e alma. O inevitável veio pela segunda vez.
Depois do sexo, voltamos a conversar por algumas horas. Mas já era tempo de voltar pra casa com aquele sorrisinho feliz no canto da boca.
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