
Segunda-feira: Recebo uma mensagem no celular.
“Estava tocando gaita e lembrei de você. O que tem feito de bom?”
Depois de uns cinco meses sem conversar, essa foi a deixa para mim.
Terça-feira: Liguei pra ele. Conversamos um pouco e ele me convidou para ir até a sua casa. Resolvi algumas coisas, coloquei um cd no carro que me lembrava o Dragão e rumei em direção ao apartamento.
Estava tudo tão diferente… os livros não estavam mais no chão, nem as roupas. A cortina, feita de um lençol velho, também foi substituída. Um abraço rápido fez com que nossos corpos se unissem com malícia.
Puxei a cadeira, ele buscou os copos e me serviu uma bebida. Ficamos horas falando sobre a vida, sobre o que fizemos nesse tempo em que não tivemos contato. Ele levantou e foi ao banheiro. Sozinha, pude notar meu nervosismo e a dúvida que tinha sobre reviver o caso que tivemos.
Dragão volta e me faz um carinho na cabeça e no pescoço. Olho pra ele, ainda em pé, e toco num assunto que acaba com o clima. Um desses assuntos aleatórios e engraçados, que a gente sempre puxa em situações desconfortáveis. Ele senta novamente.
Mais conversa. A essa altura eu já estava um pouco alta por causa da bebida. Começamos a falar de sexo. Minha voz baixa, descrevendo detalhes de encontros calorosos, fez com que os olhos azuis do Dragão virassem chamas vivas. Ele deu um suspiro e disse:
“Agora você me deixou com muito tesão. Saudade daquele boquete maravilhoso que você faz…”
Fiquei um bom tempo olhando pra ele com um sorriso safado. Eu também estava com saudade. Dragão se levantou, andou em minha direção e abriu a calça. Me beijou como há muito não fazia. Enquanto nos beijávamos, segurei com força seu pau completamente duro… Ele gemia.
Comecei a chupa-lo com calma, sem pressa… queria tempo para saborear novamente sua carne rosada e quente, pulsando num tesão incontrolável. Dragão respirava de forma descompassada, enquanto acariciava meus cabelos negros. O movimento de suas mãos condizia com o de minha boca que, delicadamente, explorava cada pedacinho daquele membro que eu gostava tanto. Brincamos assim por muito tempo.
E foi nessa calma toda que ele gozou. Deu um suspiro abafado bem na hora que senti o líquido invadir a minha boca. He tastes so good… Engoli tudinho com uma safadeza juvenil. Como quem não sabe de nada, voltei com a boca em seu pênis e fiquei fazendo carinhos no Dragão... bem de leve... Tocava a cabecinha com os lábios molhados, lambia de baixo a cima, tateava suavemente com os dedos... Ele é o único que me deixa fazer isso pelo tempo que eu quiser, acho maravilhoso isso: depois do êxtase, senti-lo recuperar as forças ainda dentro da minha boca é sensacional.
Um tempo depois, Dragão levantou minha cabeça e disse:
“Ninguém faz isso como você.”
Eu sei...
“Estava tocando gaita e lembrei de você. O que tem feito de bom?”
Depois de uns cinco meses sem conversar, essa foi a deixa para mim.
Terça-feira: Liguei pra ele. Conversamos um pouco e ele me convidou para ir até a sua casa. Resolvi algumas coisas, coloquei um cd no carro que me lembrava o Dragão e rumei em direção ao apartamento.
Estava tudo tão diferente… os livros não estavam mais no chão, nem as roupas. A cortina, feita de um lençol velho, também foi substituída. Um abraço rápido fez com que nossos corpos se unissem com malícia.
Puxei a cadeira, ele buscou os copos e me serviu uma bebida. Ficamos horas falando sobre a vida, sobre o que fizemos nesse tempo em que não tivemos contato. Ele levantou e foi ao banheiro. Sozinha, pude notar meu nervosismo e a dúvida que tinha sobre reviver o caso que tivemos.
Dragão volta e me faz um carinho na cabeça e no pescoço. Olho pra ele, ainda em pé, e toco num assunto que acaba com o clima. Um desses assuntos aleatórios e engraçados, que a gente sempre puxa em situações desconfortáveis. Ele senta novamente.
Mais conversa. A essa altura eu já estava um pouco alta por causa da bebida. Começamos a falar de sexo. Minha voz baixa, descrevendo detalhes de encontros calorosos, fez com que os olhos azuis do Dragão virassem chamas vivas. Ele deu um suspiro e disse:
“Agora você me deixou com muito tesão. Saudade daquele boquete maravilhoso que você faz…”
Fiquei um bom tempo olhando pra ele com um sorriso safado. Eu também estava com saudade. Dragão se levantou, andou em minha direção e abriu a calça. Me beijou como há muito não fazia. Enquanto nos beijávamos, segurei com força seu pau completamente duro… Ele gemia.
Comecei a chupa-lo com calma, sem pressa… queria tempo para saborear novamente sua carne rosada e quente, pulsando num tesão incontrolável. Dragão respirava de forma descompassada, enquanto acariciava meus cabelos negros. O movimento de suas mãos condizia com o de minha boca que, delicadamente, explorava cada pedacinho daquele membro que eu gostava tanto. Brincamos assim por muito tempo.
E foi nessa calma toda que ele gozou. Deu um suspiro abafado bem na hora que senti o líquido invadir a minha boca. He tastes so good… Engoli tudinho com uma safadeza juvenil. Como quem não sabe de nada, voltei com a boca em seu pênis e fiquei fazendo carinhos no Dragão... bem de leve... Tocava a cabecinha com os lábios molhados, lambia de baixo a cima, tateava suavemente com os dedos... Ele é o único que me deixa fazer isso pelo tempo que eu quiser, acho maravilhoso isso: depois do êxtase, senti-lo recuperar as forças ainda dentro da minha boca é sensacional.
Um tempo depois, Dragão levantou minha cabeça e disse:
“Ninguém faz isso como você.”
Eu sei...
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